Las gafas homenaje a los exploradores que cambiaron la historia: Frontier

Os óculos tributo aos exploradores que mudaram a história: Frontier

Frontier: a história por trás de uns óculos nascidos para cruzar limites

Atravessar fronteiras, explorar terrenos desconhecidos, enfrentar a natureza imprevisível e viver com o olhar posto um pouco mais além sempre foi tarefa de exploradores, alpinistas, viajantes, sonhadores e pessoas que não se conformam em ficar onde estão.

Neste artigo queremos contar-te a história por trás de um dos nossos óculos mais especiais: os óculos de sol Frontier. A sua forma, as suas cores, o seu tamanho e o seu nome não nascem por acaso. Frontier significa fronteira. E para nós uma fronteira não é só uma linha que separa dois lugares. É também um convite. Um ponto de tensão entre o conhecido e o que ainda está por descobrir.

A palavra fronteira foi, durante séculos, uma motivação para a atravessar. Para ir mais longe. Para descobrir o que se esconde do outro lado. Para unir territórios, abrir caminhos e olhar o mundo de outra maneira.

A nossa coleção Frontier nasce como homenagem a todos esses espíritos que um dia se armaram de coragem para atravessar linhas invisíveis e transformar a forma como entendemos o mundo.


Como nos inspirámos para criar a Frontier

Para dar forma à Frontier investigámos histórias de homens e mulheres que continuam a inspirar-nos. Pessoas que viajaram, escreveram, exploraram, observaram e enfrentaram o desconhecido muito antes de o mundo estar ao alcance de um ecrã.

Hoje parece que já não existem espaços em branco no mapa. Podemos ver quase qualquer recanto do planeta a partir de casa, consultar rotas, observar montanhas, mares, desertos e cidades sem nos mexermos do lugar. Mas a aventura não depende apenas do desconhecido. A aventura é também uma forma de olhar.

Sempre se podem redescobrir lugares. Sempre se pode voltar a olhar com outros olhos uma paisagem que pensávamos conhecer. Sempre se pode manter viva a inquietação de quem abriu portas antes de nós.

Frontier nasce dessa ideia: do desejo de avançar, de olhar mais longe e de lembrar que o espírito de exploração continua a fazer sentido mesmo num mundo aparentemente descoberto.


Vamos viajar ao passado

Encontro com um mundo novo

Retrato de Cristóvão Colombo como inspiração histórica para os óculos de sol Frontier e o espírito explorador The Indian Face

As viagens de Cristóvão Colombo à América mudaram para sempre a conceção que se tinha do mundo. Realizou quatro expedições para um continente desconhecido para a Europa naquela altura, embora a sua intenção inicial fosse chegar ao Oriente por uma rota diferente.

A sua teoria estava errada, mas esse erro abriu uma nova etapa na história. Colombo não encontrou exatamente o que procurava, mas encontrou algo que transformou o mapa, o comércio, a navegação e a forma como o Ocidente se entendia a si próprio.

Frontier também incorpora essa ideia: nem sempre se chega ao lugar previsto. Às vezes a verdadeira descoberta surge precisamente quando o caminho se desvia.

Descoberta de uma via de passagem

Um dos grandes nomes da navegação foi Fernão de Magalhães, explorador português que descobriu o chamado “estreito de Todos os Santos”, hoje conhecido como Estreito de Magalhães. Essa passagem permitiu ligar o oceano Atlântico ao Pacífico e abriu uma nova possibilidade para contornar a América.

Retrato de Fernão de Magalhães, explorador e navegador que inspira o conceito Frontier de The Indian Face

Magalhães esteve perto de ser o primeiro homem a completar a volta ao mundo, mas morreu durante a expedição. Foi Juan Sebastián Elcano quem culminou aquela façanha e regressou a Espanha após completar uma das maiores gestas marítimas da história.

A história de Magalhães e Elcano representa muito bem o espírito Frontier: abrir uma rota quando ninguém sabe se existe, avançar com incerteza e deixar uma marca que outros poderão seguir depois.

Viajante, espião e escritor

O livro Viagens de Alí Bey relata as aventuras de Domingo Francisco Jorge Badía y Leblich, mais conhecido como Alí Bey. Foi viajante, espião, militar e arabista. Uma vida difícil de resumir numa só palavra.

Entre as suas viagens destaca-se o percurso que realizou pelo mundo árabe, visitando lugares como Marrocos, Síria, Egito ou Líbia. Numa época em que esses territórios eram distantes e enigmáticos para grande parte do Ocidente, Alí Bey foi capaz de observá-los, estudá-los e narrá-los desde dentro.

Retrato de Alí Bey, viajante e explorador espanhol que inspira a coleção Frontier de óculos de sol The Indian Face

A sua história conecta-se com uma ideia essencial da Frontier: viajar não é apenas deslocar-se. Viajar é também aprender a olhar, a interpretar e a compreender aquilo que à primeira vista parece estranho.

Onde nasce o Nilo

John Hanning Speke e Richard Francis Burton formam um dos pares mais conhecidos da história da exploração. Burton foi antropólogo, linguista, tradutor e aventureiro. Speke, militar e explorador. Ambos partilharam uma expedição marcada pela ambição, desgaste físico e uma relação pessoal cada vez mais difícil.

Em 1856, empreenderam uma viagem para descobrir as nascentes do Nilo. O resultado foi duro. Doenças, desacordos e uma rivalidade que acabou por separá-los para sempre. Speke acreditou ter descoberto a origem do Nilo no Lago Vitória e regressou a Inglaterra para apresentar as suas descobertas.

Retrato de John Hanning Speke e Richard Francis Burton, exploradores do Nilo e inspiração aventureira para a Frontier

Para além dos seus conflitos, a história de Speke e Burton fala de uma época em que explorar implicava risco real. Não existiam mapas completos, comunicações imediatas nem certezas. Cada passo era uma decisão. Cada rota, uma aposta.

Esse tipo de determinação faz parte do universo que inspira a Frontier: a ideia de avançar mesmo que nem tudo esteja claro, de aceitar o desconforto e de entender que a aventura raramente acontece em condições perfeitas.

Estamos bastante seguros de que, se naquela altura tivessem existido, a América, o Lago Vitória ou as rotas do mundo árabe teriam sido vistas de outra forma com uns óculos Frontier nos olhos daqueles exploradores.


Vamos rever o agora

O coração de África contado por dentro

Retrato de Ryszard Kapuscinski, jornalista e viajante em África ligado ao espírito explorador da Frontier

Escritor, jornalista e viajante, Ryszard Kapuscinski foi um dos grandes narradores do século XX. Trabalhou como correspondente em África durante a etapa comunista e viveu de perto numerosos conflitos, golpes de estado e processos de descolonização.

Kapuscinski não foi um explorador no sentido clássico de abrir rotas geográficas, mas explorou territórios humanos, políticos e culturais. O seu olhar estava focado em lugares onde a história acontecia com violência, fragilidade e contradição.

O seu livro Ébano é uma das grandes obras para entender uma parte do continente africano a partir de um olhar jornalístico e literário. Nele percebe-se algo que conecta profundamente com Frontier: a necessidade de observar com respeito, de se aproximar do mundo sem simplificá-lo e de aceitar que viajar também pode ser uma forma de compreender.

Nunca é tarde para viajar

Retrato de Isabella Bird, viajante e escritora britânica que representa o espírito livre da coleção Frontier

Isabella Bird foi uma das viajantes mais importantes do século XIX. Dedicou grande parte da sua vida a explorar, escrever e fotografar tudo o que encontrava pelo caminho. Foi a primeira mulher membro da Royal Geographical Society, um reconhecimento enorme numa época em que viajar sozinha e documentar o mundo não era precisamente habitual para uma mulher.

A sua primeira grande viagem fez-a aos 40 anos e a última aos 72. Durante esse tempo conheceu a América, a Índia, a Malásia, o Japão, o Tibete, o Irão e outros territórios que ficaram refletidos nos seus escritos.

Isabella Bird demonstra que a aventura não pertence apenas a uma idade concreta nem a um tipo específico de pessoa. A inquietação pode surgir, crescer e acompanhar-nos durante toda a vida. A Frontier também nasce dessa ideia: nunca é tarde para olhar o mundo de outra forma.

Já não há limites terrestres que não possam ser ultrapassados

Sir Edmund Hillary, alpinista e filantropo, foi juntamente com Tenzing Norgay o primeiro homem a alcançar o cume do Evereste. O seu nome ficou para sempre ligado à montanha mais alta do planeta, mas a sua vida foi muito mais do que uma única cimeira.

Retrato de Edmund Hillary, o primeiro alpinista a alcançar o Evereste e inspiração de aventura para os óculos Frontier

Hillary realizou expedições extraordinárias e também dedicou parte da sua vida a projetos filantrópicos ligados ao povo sherpa. A sua figura representa uma forma de aventura que não termina na conquista pessoal, mas que continua no compromisso com os lugares e as pessoas que fazem parte do caminho.

A Frontier não entende a exploração como uma simples busca de recordes. Entende-a como uma atitude: avançar, aprender, respeitar e deixar algo melhor após a passagem.

Os próximos limites estão no espaço

Yuri Gagarin não podia faltar nesta história. Foi o primeiro ser humano a viajar para o espaço e a contemplar a Terra do exterior. Em 1961, a bordo da nave Vostok 1, viu o nosso planeta a uma distância que até então só pertencia à imaginação.

Retrato de Yuri Gagarin, o primeiro ser humano a viajar para o espaço e inspiração para o espírito Frontier

Com Gagarin, a fronteira deixou de ser apenas terrestre ou marítima. O ser humano começou a olhar para além do planeta. A exploração mudou de escala, mas não de essência. Continuava a tratar-se do mesmo: ultrapassar um limite que parecia impossível.

Frontier olha também para esse tipo de fronteira. Não só aquela que separa países ou continentes, mas aquela que separa o que acreditamos ser possível do que ainda não tentámos.


Frontier é exploração, design e qualidade

Além de contar com um design que combina estética retro, inspiração vintage e uma forma muito fácil de usar, os óculos Frontier foram pensados para acompanhar a vida ao ar livre. Não são apenas uma referência ao passado. São uma peça atual para quem continua a sentir o chamado de se mover, viajar e descobrir.

O seu design une passado e presente. Tem algo dos óculos clássicos de explorador, algo de estrada, algo de montanha e algo de cidade. É uma armação com carácter, mas sem excessos. Uns óculos que podem acompanhar uma viagem, uma escapadela, um dia de praia, uma rota ou uma tarde qualquer ao ar livre.

Os Frontier contam com lentes polarizadas, pensadas para reduzir reflexos e brilhos do sol, oferecendo uma visão mais confortável do ambiente. Além disso, incorporam tecnologia TAC FULL HD, orientada para proporcionar uma visibilidade mais nítida e uma experiência visual de alta definição.

Porque uns bons óculos de sol não deveriam limitar-se a completar um look. Devem ajudar-te a olhar melhor. A proteger-te. A sentires-te confortável. A estares preparado para sair.

Na The Indian Face não deixamos o passado para trás. Usamo-lo como inspiração. Combinamos o legado de quem nos precedeu com os nossos referentes atuais para criar designs que falem de quem somos e de como queremos viver.

Conclusão: cruzar a fronteira começa no olhar

Frontier é a nossa forma de homenagear quem viveu à procura de novos caminhos. Exploradores, viajantes, jornalistas, alpinistas, navegadores e pessoas que entenderam que o mundo não se descobre a partir do conforto absoluto, mas sim da curiosidade.

Hoje talvez não precisemos de cruzar oceanos sem mapa nem atravessar territórios desconhecidos para nos sentirmos exploradores. Mas podemos manter essa atitude: olhar com mais atenção, mover-nos mais, sair mais, viajar melhor e manter viva a inquietação.

Os óculos Frontier nascem dessa inspiração. Da fronteira como símbolo. Da viagem como estilo de vida. Do olhar como primeiro passo.

Porque antes de cruzar qualquer limite, há sempre algo que muda primeiro: a forma como decides olhar.

← Publicação mais antiga Publicação mais recente →